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Valquíria Gesqui Malagoli |
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Poesia, prosa, trabalhos e eventos literários |
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“O presente de grego” é a aventura investigativa para a qual foram solicitados os préstimos de dois experientes profissionais, Pingo no “i” e Precisão Milimétrica. Após o caso do roubo do guarda-chuva, a dupla, agora, investiga o seqüestro de outro bem, a saber, um pé de meia, precioso para certa senhorita, ou, como ela prefere ser chamada: a “dona da meia”. Esta personagem, aliás (vítima ou vilã), – porque aqui todos são suspeitos até que se prove o contrário – acabará por desencadear uma disputa por seu amor entre os dois inseparáveis detetives, o que, de certa forma, vai mudando o rumo das coisas. Pingo no “i” é o mais velho e também o líder. Inteligente, metódico e perfeccionista, conduz os trabalhos com firmeza, driblando seu prestativo, porém, menos astuto, colega de profissão. Com o mesmo rigor, zela pelo uso correto das palavras e expressões de nosso idioma, não hesitando em corrigir, a todo momento, seu parceiro. Vai, portanto, à medida que colhe pistas, colocando tudo em seu devido lugar, ou seja, os pingos nos “is”, mas também pontos, vírgulas, reticências... Precisão Milimétrica, por sua vez, faz, igualmente, juz a seu codinome. Embora aparente alguma displicência, dedica-se milimetricamente à solução de cada caso, conservando o bom humor apesar da rigidez de seu mestre e ídolo, Pingo, de quem orgulha-se em imitar os passos. A história se passa numa pequena cidade brasileira, mais especificamente na casa de cujo local sumiu o objeto que procuram, ou seja, a casa da “senhorita”. As pistas, porém, adiante, nos levarão ao Museu do Louvre, em Paris, onde finalmente, aparecerá o “culpado”. Talvez nem tanta culpa tenha o dito cujo, pelo fato da história juntar elementos do mundo real e de ficção, o que faz a trama tomar um rumo curioso... |
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